top of page

A Odisseia de Christopher Nolan: como o mito de Homero virou o maior fenômeno de bilheteria de 2026

  • Foto do escritor: Dany Lederman
    Dany Lederman
  • 6 de ago.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 7 de ago.

Por Dany Lederman Depois de Oppenheimer, Christopher Nolan decidiu enfrentar um adversário ainda mais antigo: Homero. A Odisseia (The Odyssey) estreou em julho de 2026 e, em poucos dias, já era tratado como o filme mais ambicioso da carreira do diretor — e talvez sua maior bilheteria com US$ 911 milhões em apenas três semanas. O record, por enquanto, pertence ao longa Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), que arrecadou US$ 1.082.228.107.

O resultado nós já sabemos, a questão é entender como Nolan fez com que uma história baseada em um poema de quase 3 mil anos, recontado diversas vezes ao longo dos séculos, se tornasse um sucesso absoluto. Para isso, vamos voltar um pouco e entender o conceito de tudo isso.

O que é a Odisseia?

Originalmente escrito por volta do século VIII a.C. como um poema épico na Grécia Antiga e atribuído à Homero (autor o qual não há provas de sua existência) a Odisseia é hoje uma das histórias mais importantes da literatura ocidental.

O texto narra o esforço de Ulisses ou Odisseu, rei de Ítaca, para voltar para casa após a vitória dos gregos na Guerra de Tróia. A travessia, repleta de monstros, deuses e desafios, que durou dez anos, é sobre um homem que busca reencontrar sua mulher Penélope, seu filho Telêmaco, seu cachorro, seu reino e a si mesmo. Em paralelo, sua mulher também vivencia provocações.


A Odisseia de Nolan




SOBRE DANY LEDERMAN

Dany Lederman escreve sobre São Paulo, cafés, gastronomia, viagens, cultura urbana, finanças, filmes, livros, lifestyle e comportamento contemporâneo.


 
 
 

Comentários


Em destaque

bottom of page