Adotar é Tudo de Bom: como a corrente do bem combate o abandono de animais
- Dany Lederman

- 17 de mar.
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17 de março Dany Lederman No Brasil de 2026, a relação com nossos pets nunca foi tão forte, mas os números mostram que o desafio ainda é monumental. Atualmente, estima-se que existam cerca de 30 milhões de animais vivendo em situação de rua no país e cerca de 362 milhões de pets no mundo não têm lar — o que equivale a 1 em cada 4 animais em escala global.
Neste cenário, iniciativas brasileiras como o programa Pedigree® Adotar é Tudo de Bom deixam de ser apenas ações de responsabilidade social para se tornarem pilares fundamentais da causa animal. Afinal, o abandono gera um custo público enorme para as cidades, drenando recursos que poderiam ser aplicados em outras áreas. Marcas que investem em adoção ajudam a mitigar esse problema que, em última análise, é uma questão crítica de economia e saúde pública.
A Realidade do Abandono de animais em Números
Dados recentes de março de 2026 indicam que mais de 80% dos abandonos ocorrem em centros urbanos. O perfil dos resgatados revela um problema estrutural: 31% são filhotes, fruto da falta de controle reprodutivo, enquanto 10% são animais idosos ou com necessidades especiais, que enfrentam maior dificuldade para encontrar um lar.
Por que o Programa da Pedigree faz a diferença?
Desde 2008, o programa trabalha com o objetivo de zerar o número de cães abandonados. Em sua trajetória, já alcançou marcos impressionantes:
Mais de 84 mil adoções realizadas e incentivadas.
Mais de 2.500 toneladas de alimentos doadas para abrigos.
Fomento à Castração: A marca tem promovido mutirões de castração gratuita (essencial para o controle populacional e redução de gastos públicos com zoonoses) para atacar a raiz do problema: a superpopulação.
O que diz a Lei em 2026? Punições e Direitos Animais
O amparo legal para os animais avançou significativamente este ano:
Lei 15.322/2026 (Julho Dourado): Sancionada em janeiro de 2026, institui oficialmente a campanha nacional de promoção da saúde animal e combate a zoonoses.
Política de Acolhimento em Desastres (Lei 15.355/2026): Publicada agora em março, essa lei obriga o poder público e empresas responsáveis por desastres ambientais a garantir o resgate, tratamento veterinário e identificação de animais domésticos.
Punições Mais Rígidas: O abandono pode levar a pena de prisão, agravada se houver maus-tratos ou risco direto à saúde pública.
Como de fato é a punição por abandono de animais em 2026?
A punição para o abandono de animais no Brasil tornou-se significativamente mais rigorosa, deixando de ser considerada um "crime menor" para ter consequências reais de cárcere e multas pesadas. A punição acontece através de três frentes principais:
Prisão em Flagrante e Reclusão Desde a sanção da Lei Sansão (Lei 14.064/20), o abandono de cães e gatos é punido com pena de reclusão de 2 a 5 anos. Por ser crime de reclusão, o agressor pode ser preso em flagrante e não tem direito a fiança imediata na delegacia.
Punições Administrativas e MultasAs prefeituras e órgãos ambientais aplicam multas que pesam no orçamento familiar. Em 2026, os valores variam de R$ 500,00 a R$ 20.000,00 por animal. Além disso, há a Proibição de Guarda: o condenado perde seus pets atuais e fica proibido de adotar novos animais por anos.
O Papel da Tecnologia (Câmeras e Chips) O sistema Smart Sampa e o uso de microchipagem obrigatória (RGA) facilitam o rastreamento do infrator em minutos, tornando a impunidade cada vez mais difícil.
Como denunciar corretamente?
Para que a punição ocorra, a denúncia precisa de evidências:
Registrar fotos ou vídeos do ato e, se possível, a placa do veículo.
Fazer o Boletim de Ocorrência (B.O. Online) em delegacias especializadas (como a DEPA).
Acionar o Ministério Público para que a reclusão seja aplicada.
3 Passos para Quem Quer Ajudar (Mas Não Pode Adotar Agora)
Nem todo mundo tem espaço para um novo cão, mas todos podem participar da corrente:
Consumo Consciente: Parte do lucro de produtos Pedigree é revertida para o programa Adotar é Tudo de Bom.
Apadrinhamento e Doação: Mais de 200 mil animais estão sob cuidados de ONGs. Doar tempo ou ração faz diferença imediata.
Compartilhamento Responsável: Use suas redes para divulgar animais que estão para adoção.
E você, já teve a vida transformada por um animal adotado?
Sei que, assim como eu, muitos de vocês acreditam que a vida encontra jeitos de nos levar exatamente aonde precisamos estar. Esses dois, por exemplo, estavam destinados à minha família: uma não “passou” no teste para se tornar cão-guia, e o outro foi resgatado das enchentes do Sul — e, de alguma forma, nossos caminhos se cruzaram.

Conte aqui nos comentários a história do seu “melhor amigo” ou diga se você também está pensando em abrir as portas para um novo companheiro. Vamos espalhar essa corrente de amor! 🐾💛









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